TJAM - 0601057-49.2021.8.04.4700
1ª instância - Vara do Juizado Especial Civel e Criminal de Itacoatiara
Polo Ativo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Polo Passivo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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24/05/2022 00:07
DECORRIDO PRAZO DE ADAMOR CAIXIAS DO NASCIMENTO
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24/05/2022 00:07
DECORRIDO PRAZO DE BANCO BRADESCO S/A
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17/05/2022 00:07
DECORRIDO PRAZO DE ADAMOR CAIXIAS DO NASCIMENTO
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17/05/2022 00:07
DECORRIDO PRAZO DE ADAMOR CAIXIAS DO NASCIMENTO
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09/05/2022 10:34
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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07/05/2022 07:47
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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07/05/2022 07:47
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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07/05/2022 07:47
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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06/05/2022 11:15
Arquivado Definitivamente
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06/05/2022 11:14
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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06/05/2022 11:14
Juntada de ADVOGADO PROMOVENTE
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06/05/2022 10:47
Juntada de INFORMAÇÃO
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06/05/2022 10:18
Processo Desarquivado
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06/05/2022 10:07
Arquivado Definitivamente
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06/05/2022 09:56
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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06/05/2022 09:56
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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05/05/2022 23:17
EXTINTA A PUNIBILIDADE POR PAGAMENTO INTEGRAL DO DÉBITO
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28/04/2022 13:02
Conclusos para decisão
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28/04/2022 13:01
Processo Desarquivado
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14/02/2022 19:10
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
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14/02/2022 18:56
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
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16/12/2021 12:39
Arquivado Definitivamente
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16/12/2021 12:39
TRANSITADO EM JULGADO EM 20/11/2021
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30/11/2021 16:21
Juntada de PROVIMENTO (CORREIÇÃO)
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20/11/2021 00:07
DECORRIDO PRAZO DE ANTONIO AUGUSTO DIAS FURTADO
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20/11/2021 00:07
DECORRIDO PRAZO DE BANCO BRADESCO S/A
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03/11/2021 13:05
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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03/11/2021 10:06
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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03/11/2021 08:28
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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03/11/2021 08:28
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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27/10/2021 14:31
Embargos de Declaração Acolhidos
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20/10/2021 08:31
CONCLUSOS PARA SENTENÇA
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14/10/2021 18:16
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
-
30/09/2021 00:00
Edital
SENTENÇA Vistos e examinados.
Relatório dispensado, nos termos do art. 38 da Lei n. 9.099/95.
Trata-se de matéria eminentemente de direito, o que, em tese, dispensa a produção de provas em audiência.
Ainda, diante do quadro de pandemia de COVID-19, analisando os princípios norteadores deste microssistema (celeridade e oralidade) bem como o caso em debate, matéria amplamente debatida e sem composição de acordo, pelo que decido o julgamento no estado que se encontra para a razoável duração do processo: JUIZADO ESPECIAL CÍVEL.
AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO.
PRESCINDIBILIDADE.
A sobrecarga das pautas de audiência tem imposto o abrandamento do rito dos juizados especiais, autorizando-se, com isso, a dispensa da sessão de conciliação nos casos em que a tentativa de composição se mostra de antemão inócua, priorizando-se, desse modo, o princípio da celeridade processual, reinante no sistema da Lei n. 9.099/95.[...] (TJ-SC - RI: *01.***.*02-03 Criciúma 2015.400230-3, Relator: Giancarlo Bremer Nones, Data de Julgamento: 05/04/2016, Quarta Turma de Recursos - Criciúma) Passo ao julgamento antecipado da lide, nos termos do art. 355, I, do CPC.
Decido.
A matéria é essencialmente de direito, inexistindo provas a serem produzidas em audiência, pelo que julgarei o feito antecipadamente, com apoio no art. 355, I, do CPC.
Preliminares: impugnação ao valor da causa e à AJG.
Rejeito-as.
O valor da causa corresponde ao pleito de indenização por dano moral perseguido pela parte Autora, que pode estimá-la como entender pertinente, e que servirá de parâmetro quando da fixação, acaso ocorra.
Não há óbice para que as partes pugnem por indenizações até o limite da alçada, neste sentido.
Quanto à impugnação da AJG, não prospera, ante o que dispõe o art. 54, da Lei 9099/95.
Preliminar: Falta de interesse de agir.
Rejeito, igualmente, tal preliminar, uma vez que, em havendo a falha na prestação de serviço, nasce o interesse da consumidora em ver reparado o dano, vez que a análise dos autos evidencia que a autora satisfaz todas as condições para exercer o direito de ação, que possui assento constitucional (art. 5°, XXXV da CF), já que nenhuma ofensa, ou mesmo ameaça, a direito pode escapar da análise do Estado-Juiz, a fim de que seu pedido de reparação de dano, igualmente prestigiado pela Carta Polícia (art. 5°, V e X), possa ser avaliado pelo Poder Judiciário.
Mérito.
A Turma Estadual de Uniformização dos Juizados Especiais do Amazonas, em decisão recente, tomada no âmbito do Pedido de Uniformização de Jurisprudência, processo n. 0000199-73.2018.8.04.9000, estabeleceu três teses a serem seguidas pelos magistrados atuantes no sistema estadual dos juizados especiais.
Eis o teor do acórdão, verbis: EMENTA: INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA.
CONSUMIDOR.
CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO CONSIGNADO.
VULNERABILIDADE DO CONSUMIDOR.
DIREITO BÁSICO À INFORMAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE EQUILÍBRIO ENTRE AS PARTES NA RELAÇÃO CONSUMERISTA.
DEVER DE INFORMAÇÃO PRÉVIA, CLARA E ADEQUADA.
NÃO OBSERVAÇÃO.
INVALIDADE DO CONTRATO.
USO DO CARTÃO DE CRÉDITO.
IMPOSSIBILIDADE DE CONVALIDAÇÃO.
DANO MORAL.
ANÁLISE DA INCIDÊNCIA À LUZ DO CASO CONCRETO.
RESTITUIÇÃO DO STATUS QUO ANTE.
REPETIÇÃO DE INDÉBITO.
POSSIBILIDADE NOS CASOS EM QUE FOR CONSTATADA A MÁ-FÉ.
O direito básico de informação (transparência) constitui importante ferramenta de equilíbrio entre as partes na relação de consumo, possibilitando, o consumidor, a escolha consciente dos produtos ou serviços disponíveis no mercado, na medida em que anula, em tese, a sua vulnerabilidade informacional.
Revelam-se como "inválidos" todos os contratos de cartões de créditos consignados que visam, precipuamente, formalizar a contratação de empréstimos, sem que haja a informação expressa, clara e adequada de todas as características essenciais que individualizam e validam o contrato, de forma explícita no seu respectivo instrumento.
A primeira tese restou assim fixada: "São inválidos os contratos de cartão de crédito consignado quando inexistir prova inequívoca de que tenha o consumidor sido informado, prévia e adequadamente, sobre a integralidade dos termos ajustados no instrumento contratual. "Encampando-se a tese do plano de validade, tem-se que os contratos que não foram devidamente informados ao consumidor, por serem nulos de pleno direito, são insuscetíveis de confirmação ou convalidação pelo simples uso do cartão para realização de saque ou compra.
Logo, tem-se que o uso do cartão de crédito não é motivo, por si só, para afastar a incidência de dano moral, a qual deve ser apreciada à luz do caso concreto.
A segunda tese restou assim fixada: "O uso do cartão de crédito consignado, por si só, não afasta a incidência de dano moral, tampouco supre a falta do fornecedor pelo cumprimento do dever de informação no ato de contratação, estando a sua legalidade relacionada diretamente com a validade do contrato." O consectário lógico da declaração de invalidade do negócio jurídico é a restituição do status quo ante, com a devolução simples.
A restituição em dobro dos valores indevidamente descontados, o CDC, em seu artigo 42, parágrafo único, dispõe que "o consumidor cobrado em quantia indevida tem o direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro ao que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável".
A terceira tese restou assim fixada: "Em regra, é cabível a restituição simples, a cada parte, nos casos em que for reconhecida a ilegalidade dos contratos de cartão de crédito consignado.
A repetição de indébito é devida, tão somente, quando houver comprovada má-fé, que deve ser apreciada a luz do caso concreto." Em observância à Resolução nº 16/2017 deste TJ/AM, o feito serve para formação de precedente obrigatório no âmbito dos Juizados Especiais do Amazonas (art. 5º, I da Res. nº 16/2017-TJ/AM) a ser inscrito em forma de Enunciado na "Súmula desta Turma de Uniformização" (art. 14 da Res. nº 16/2017-TJ/AM), após a devida deliberação desta Colenda Turma. .
DECISÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, a Turma de Uniformização, por MAIORIA de seus membros, julgou pela PROCEDÊNCIA DO PRESENTE INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO PARA FIXAR TRÊS TESES JURÍDICAS RELATIVAS AOS CONTRATOS DE CARTÃO DE CRÉDITO CONSIGNADOS, NOS TERMOS DO VOTO DIVERGENTE DO DR.
MARCELO MANUEL DA COSTA VIEIRA. 1a tese: São inválidos os contratos de cartão de crédito consignado quando inexistir prova inequívoca de que tenha o consumidor sido informado, prévia e adequadamente, sobre a integralidade dos termos ajustados no instrumento contratual.
Acompanharam a divergência os seguintes magistrados: Dra.
Irlena Leal Benchimol, Dra.
Naira Neila Batista de Oliveira, Dr.
Antônio Itamar de Sousa Gonzaga, Dra.
Luiza Cristina Nascimento da Costa Marques e Dr.
Roberto Hermidas de Aragão. 2a tese: O uso do cartão de crédito consignado, por si só, não afasta a incidência de dano moral, tampouco supre a falta do fornecedor pelo cumprimento do dever de informação no ato de contratação, estando a sua legalidade relacionada diretamente com a validade do contrato.
Acompanharam a divergência os seguintes magistrados: Dr.
Roberto Hermidas de Aragão, Dr.
Moacir Pereira Batista, Dr.
Antônio Itamar de Sousa Gonzaga, Dr.
Irlena Leal Benchimol, Dr.
Luiza Cristina Nascimento da Costa Marques. 3a tese: Em regra, é cabível a restituição simples, a cada parte, nos casos em que for reconhecida a ilegalidade dos contratos de cartão de crédito consignado.
A repetição de indébito é devida, tão somente, quando houver comprovada má-fé, que deve ser apreciada a luz do caso concreto.
Acompanharam a divergência os seguintes magistrados: Dra.
Naira Neila Batista de Oliveira, Dra.
Irlena Leal Benchimol, Dr.
Moacir Pereira Batista, Dra.
Maria do Perpétuo Socorro da Silva Menezes e Dra.
Luiza Cristina Nascimento da Costa Marques..
Sessão: 26 de outubro de 2018. grifos meus Como expresso no corpo do acórdão, em observância à Resolução nº 16/2017 deste TJ/AM, o feito serve para formação de precedente obrigatório no âmbito dos Juizados Especiais do Amazonas (art. 5º, I da Res. nº 16/2017-TJ/AM).
Por conseguinte, embora este julgador possua livre convencimento motivados dos fatos comprovadamente constante dos autos, encontra-se jungido ao entendimento jurídico emanado da distinta Turma de Uniformização.
Feito esse introito, verifico se há provas de que o requerido tenha respeitado o direito consumerista e seu dever contratual de fornecer prévia e adequadamente todas as informações pertinentes ao negócio jurídico celebrado ao consumidor, sob pena de caracterização de sua nulidade, em respeito ao disposto nos arts. 6º, III, 46 e 52 do CDC.
Dessa forma, passeando pelas provas do processo em julgamento, observo que o requerido não se desincumbiu de comprovar ter fornecido prévia e adequadamente ao consumidor todas as informações pertinentes ao contrato celebrado.
Não trouxe instrumento que permitisse verificar as regras acerca da forma e periodicidade de pagamento estabelecidas entre as partes, valor disponibilizado, ou como funcionariam os juros em caso de inadimplência.
Não trouxe aos autos sequer o instrumento contratual com a finalidade de comprovar a manifestação de vontade do consumidor.
Dessa maneira, aliado aos fatos descritos na inicial, convence-me de que o contrato é, de toda forma e sob todas as óticas, inválido, cabendo a restituição em dobro dos descontos realizados.
Por derradeiro, o pedido de indenização por dano moral dá-se in re ipsa, não exigindo maiores delongas sobre o tema.
Cumpre destacar, apenas, ser inegável que a realização sucessiva de descontos financeiros inexigíveis sobre verba salarial é uma realidade que abala o psiquismo do homem médio, ao ver seus recursos serem tomados de forma irregular, de modo a obrigá-lo a recorrer ao abrigo do Poder Judiciário para sustar a prática abusiva.
Na fixação do montante devido, o prudente arbítrio do julgador deve considerar os fins pedagógico e punitivo da reparação moral, sem embargo de sopesar as circunstâncias próprias do agravo causado ao consumidor.
Conclusão: Pelo exposto, com suporte no art. 487, I, do CPC, Rejeito as preliminares e, no mérito, JULGO PROCEDENTES OS PEDIDOS formulados na peça de ingresso para: (i) DECLARAR NULO o contrato celebrado entre as partes, e DETERMINAR AO RÉU que interrompa os descontos decorrentes do mesmo, nos vencimentos da Autora, sob pena de multa de R$ 500,00 por desconto indevido, até o limite da alçada; (ii) CONDENAR o requerido à devolução, em dobro, dos valores indevidamente descontados, cuja apuração deve se dar mediante a apresentação de simples cálculos aritméticos (CPC, art. 509, parágrafo 2o), com juros desde a citação e correção monetária desde a data de cada desconto, devendo haver compensação com eventuais valores creditados à parte autora em razão do contrato aqui declarado nulo, com correção na forma da lei. (iii) CONDENAR o requerido ao pagamento de R$ 2.000,00, a título de danos morais, com juros desde a citação e correção monetária desde o arbitramento.
Sem custas ou honorários em primeiro grau de jurisdição (art. 54, Lei 9.099/95).
Intimem-se -
29/09/2021 19:19
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
-
29/09/2021 13:04
JULGADA PROCEDENTE A AÇÃO
-
28/09/2021 15:41
ALTERADO RESPONSÁVEL PELA CONCLUSÃO PARA SENTENÇA
-
23/09/2021 12:07
CONCLUSOS PARA SENTENÇA
-
23/09/2021 12:05
Juntada de Certidão
-
06/08/2021 00:02
DECORRIDO PRAZO DE ANTONIO AUGUSTO DIAS FURTADO
-
16/07/2021 00:00
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
14/07/2021 00:02
DECORRIDO PRAZO DE ANTONIO AUGUSTO DIAS FURTADO
-
07/07/2021 00:01
DECORRIDO PRAZO DE BANCO BRADESCO S/A
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05/07/2021 08:57
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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05/07/2021 08:56
Juntada de ATO ORDINATÓRIO
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01/07/2021 11:08
Juntada de Petição de contestação
-
22/06/2021 00:00
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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14/06/2021 02:17
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
11/06/2021 16:13
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
-
11/06/2021 11:40
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
11/06/2021 11:40
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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11/06/2021 11:40
AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO VIRTUAL CANCELADA
-
08/06/2021 22:28
Decisão interlocutória
-
07/06/2021 13:50
Conclusos para decisão
-
18/05/2021 00:03
DECORRIDO PRAZO DE ANTONIO AUGUSTO DIAS FURTADO
-
10/05/2021 17:20
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
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09/05/2021 20:30
Juntada de PETIÇÃO DE REQUERIMENTO DE HABILITAÇÃO
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09/05/2021 07:58
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
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09/05/2021 00:00
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
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09/05/2021 00:00
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
09/05/2021 00:00
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
09/05/2021 00:00
LEITURA DE CITAÇÃO REALIZADA
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28/04/2021 11:37
EXPEDIÇÃO DE CITAÇÃO ONLINE
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28/04/2021 11:25
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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28/04/2021 11:25
Juntada de Certidão
-
28/04/2021 11:24
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
28/04/2021 11:22
AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO VIRTUAL DESIGNADA
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26/04/2021 08:25
Recebidos os autos
-
26/04/2021 08:25
Juntada de ANOTAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO
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25/04/2021 10:39
Recebidos os autos
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25/04/2021 10:39
REMETIDOS OS AUTOS PARA DISTRIBUIDOR
-
25/04/2021 10:39
DISTRIBUÍDO PARA COMPETÊNCIA EXCLUSIVA
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25/04/2021 10:39
Juntada de PETIÇÃO DE INICIAL
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
25/04/2021
Ultima Atualização
24/05/2022
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
Outros • Arquivo
Outros • Arquivo
Outros • Arquivo
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