TJRR - 0800332-34.2024.8.23.0047
1ª instância - Comarca de Rorainopolis
Processos Relacionados - Outras Instâncias
Polo Ativo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Polo Passivo
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
-
14/03/2025 10:52
Arquivado Definitivamente
-
10/03/2025 11:13
Recebidos os autos
-
10/03/2025 11:13
Juntada de Certidão
-
07/03/2025 00:06
DECORRIDO PRAZO DE CEZAR CONCEICAO DA SILVA
-
06/03/2025 14:57
LEITURA DE REMESSA REALIZADA
-
06/03/2025 12:39
REMETIDOS OS AUTOS PARA CARTÓRIO DISTRIBUIDOR DE EXECUÇÃO PENAL - DEP
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06/03/2025 12:38
Juntada de GUIA ENCAMINHADA PARA EXECUÇÃO
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06/03/2025 12:34
EXPEDIÇÃO DE GUIA DE EXECUÇÃO VEPEMA
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24/02/2025 00:01
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
19/02/2025 10:10
Recebidos os autos
-
19/02/2025 10:10
Juntada de CIÊNCIA
-
19/02/2025 10:10
LEITURA DE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO REALIZADA
-
18/02/2025 19:10
Recebidos os autos
-
18/02/2025 19:10
Juntada de Certidão
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18/02/2025 19:08
LEITURA DE REMESSA REALIZADA
-
17/02/2025 00:00
Intimação
Apelação Criminal nº 0800332-34.2024.8.23.0047 Apelante: Cezar Conceição da Silva Advogado: Antônio José da Silva Júnior (OAB 1848N-RR) Apelado: Ministério Público do Estado de Roraima Sentença: Eduardo Álvares de Carvalho Relator: CLÁUDIO ROBERTO BARBOSA DE ARAÚJO Julgadores: Bruna Guimarães Bezerra Fialho e Alexandre Magno Magalhães Vieira Apelação Criminal nº 0800332-34.2024.8.23.0047 (Crime de Perseguição - art. 147-A do CP) Relator: Juiz CLÁUDIO ROBERTO BARBOSA ARAÚJO Ementa.
DIREITO PENAL.
APELAÇÃO CRIMINAL.
CRIME DE PERSEGUIÇÃO (ARTIGO 147-A DO CÓDIGO PENAL).
AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS.
PROVAS ORAIS SUFICIENTES.
FUNDAMENTAÇÃO ADEQUADA.
NULIDADE DA SENTENÇA NÃO CONFIGURADA.
MANUTENÇÃO DA CONDENAÇÃO.
RECURSO DESPROVIDO.
I.
CASO EM EXAME Apelação criminal interposta contra sentença que condenou o réu à pena de 6 meses de detenção, substituída por pena restritiva de direitos, pela prática do crime de perseguição (art. 147-A do Código Penal).
Alegação de nulidade da sentença e pedido de absolvição.
II.
QUESTÃO EM DISCUSSÃO Há duas questões em discussão: (i) verificar a adequação da fundamentação da sentença para afastar a nulidade alegada; e (ii) analisar a suficiência das provas para embasar a condenação pelo crime de perseguição.
III.
RAZÕES DE DECIDIR A sentença apresenta fundamentação clara e objetiva, com análise do conjunto probatório, especialmente os depoimentos da vítima e da testemunha, afastando a nulidade.
As provas orais corroboram os elementos descritos na denúncia, demonstrando reiteração de condutas que perturbaram a liberdade e privacidade da vítima, configurando o crime de perseguição.
A habitualidade e reiteração das condutas foram adequadamente analisadas, estando presentes os requisitos do tipo penal.
IV.
DISPOSITIVO E TESE Apelação criminal desprovida.
Tese de julgamento: "O crime de perseguição (art. 147-A do CP) caracteriza-se pela reiteração de condutas que perturbem a liberdade e privacidade da vítima, sendo suficientes para a condenação provas orais colhidas sob contraditório e devidamente fundamentadas na sentença." ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Juízes da Turma Recursal dos Juizados Especiais do Estado de Roraima, por unanimidade, em NEGAR PROVIMENTO à Apelação Criminal, mantendo a sentença condenatória por seus próprios fundamentos, em consonância com o parecer ministerial, nos termos do voto do Senhor Juiz de Direito Relator.
Participaram do julgamento o Senhor Juíze de Direito Cláudio Roberto Barbosa de Araújo (Relator), a Senhora Juíza de Direito Bruna Guimarães Bezerra Fialho e o Senhor Juiz de Direito Alexandre Magno Magalhães Vieira.
Boa Vista (RR), 19 de dezembro de 2024.
Juiz de Direito CLÁUDIO ROBERTO BARBOSA DE ARAÚJO Relator RELATÓRIO Trata-se de apelação criminal interposta contra a sentença proferida pelo Juízo a quo, que condenou o apelante pela prática do crime previsto no artigo 147-A do Código Penal.
Nas razões de apelação (EP 58), o apelante sustentou a nulidade da sentença por falta de fundamentação, alegando que a condenação baseou-se em depoimentos frágeis e contraditórios da vítima e de uma testemunha.
Destacou que não houve elementos probatórios concretos que justificassem a condenação pelo crime de perseguição (art. 147-A do CP).
Alegou que as mensagens de WhatsApp, embora desentranhadas do processo, influenciaram o juízo durante o trâmite processual, comprometendo a imparcialidade.
Por fim, requereu, preliminarmente, a nulidade da sentença e, no mérito, a absolvição, apontando ausência de prova de reiteração das condutas descritas no tipo penal.
Em contrarrazões (EP 74), o Ministério Público defendeu a manutenção da sentença condenatória, enfatizando que a decisão judicial baseou-se e nos depoimentos da vítima e da testemunha, corroborados por outros elementos probatórios.
Argumentou que as mensagens de WhatsApp desentranhadas não influenciaram o julgamento, e que a prova oral, colhida sob o contraditório, revelou-se suficiente para caracterizar o crime de perseguição.
Ressaltou que a sentença foi fundamentada, enfrentando de forma ordenada os argumentos da defesa.
Por fim, requereu o desprovimento do recurso e a manutenção da condenação.
Em parecer apresentado no EP 13, o representante do Ministério Público manifestou-se pelo desprovimento do recurso interposto pelo apelante Cézar Conceição da Silva, sustentando que a sentença proferida pelo juízo de primeiro grau é fundamentada e coerente com as provas apresentadas nos autos.
Ressaltou que as provas orais, especialmente os depoimentos da vítima e da testemunha, corroboram os elementos informativos e são suficientes para caracterizar o crime de perseguição previsto no art. 147-A do Código Penal.
Concluiu que as ações do réu – envio de mensagens, intimidação no local de trabalho e passagem em frente à residência da vítima – foram suficientes para perturbar a esfera de liberdade da vítima, configurando o delito em questão.
Assim, o Ministério Público opinou pelo desprovimento do recurso, mantendo-se a condenação na pena de 6 meses de detenção, em regime aberto, substituída por uma pena restritiva de direitos.
Inclusão dos autos em pauta eletrônica.
Juiz de Direito CLÁUDIO ROBERTO BARBOSA DE ARAÚJO Relator VOTO O Senhor Juiz de Direito Relator CLÁUDIO ROBERTO BARBOSA ARAÚJO: Desde já, tenho que o recurso não deve ser provido, em consonância com o parecer ministerial.
Como visto em sentença (EP 51), o juízo a quo julgou procedente a pretensão punitiva do Estado para condenar o réu como incurso no crime previsto no art. 147-A do Código Penal, impondo uma pena de 6 meses de detenção, substituída por uma pena restritiva de direitos, a ser definida pela VEPEMA.
Aduziu que restaram comprovadas a materialidade e autoria do delito, baseando-se principalmente nos depoimentos da vítima e da testemunha, que relataram as reiteradas investidas do acusado que resultaram em perturbações à liberdade e privacidade da vítima.
Ressaltou que o acusado, embora tenha negado parte dos fatos em juízo, admitiu ter demonstrado interesse amoroso pela vítima.
Concluiu que a prova oral colhida em juízo confirmou os fatos descritos na denúncia, não deixando margem para dúvida quanto à prática do crime de perseguição previsto no art. 147-A do CP.
Inicialmente, ressalto que a decisão proferida pelo juízo de origem atendeu adequadamente aos requisitos de fundamentação, expondo, de forma sucinta, clara e objetiva, os elementos de fato e de direito que levaram à condenação do recorrente, analisando os depoimentos colhidos, a narrativa da denúncia e o conjunto probatório, não havendo omissões que justifiquem a declaração de nulidade.
Dessa forma, constato que a sentença está devidamente fundamentada, considerando os elementos constantes dos autos, não havendo que se falar em sua nulidade.
Em análise aos autos, verifico que restaram demonstradas a autoria e a materialidade dos fatos imputados ao recorrente, previstos no artigo 147-A do Código Penal, conforme detalhado na denúncia e comprovado em instrução judicial.
Sendo assim, a condenação do apelante, a meu sentir, não merece reparo.
Ademais, o conjunto probatório, composto pelos depoimentos da vítima e da testemunha colhidos em juízo sob o crivo do contraditório, revelou-se coerente e suficiente para a condenação.
Destarte, a conduta do recorrente, ao perseguir de forma reiterada a vítima, perturbando sua liberdade e privacidade, encontra perfeita subsunção ao tipo penal imputado.
Por fim, as alegações do recorrente de que houve influência de provas desconsideradas e acerca da inexistência de habitualidade na conduta, não se sustentam.
A decisão impugnada deixou claro que as provas desentranhadas não foram utilizadas como fundamento da condenação, e o comportamento do recorrente foi adequadamente analisado à luz das provas remanescentes, as quais foram suficientes para demonstrar a reiteração e o caráter da perseguição.
Considerando tal ordem de motivos, nego provimento ao recurso, mantendo a sentença condenatória proferida pelo Juízo de origem, por seus próprios termos, em consonância com o parecer ministerial. É como voto.
Juiz de Direito CLÁUDIO ROBERTO BARBOSA DE ARAÚJO Relator A Senhora Juíza de Direito BRUNA GUIMARÃES BEZERRA FIALHO: Com o relator.
O Senhor Juiz de Direito ALEXANDRE MAGNO MAGALHÃES VIEIRA: Com o relator. -
16/02/2025 05:15
ENVIO DE COMUNICAÇÃO AO DIÁRIO DE JUSTIÇA ELETRÔNICO NACIONAL (DJEN)
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13/02/2025 11:18
EXPEDIÇÃO DE INFODIP - TRE
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13/02/2025 11:13
REMETIDOS OS AUTOS PARA APOIO ESPECIALIZADO
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13/02/2025 11:13
EXPEDIÇÃO DE CDJ - COMUNICAÇÃO DE DECISÃO JUDICIAL
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13/02/2025 11:12
EXPEDIÇÃO DE BDJ - SINIC
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13/02/2025 10:59
REMETIDOS OS AUTOS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
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13/02/2025 10:59
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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13/02/2025 10:53
RECEBIDA A DENÚNCIA/REPRESENTAÇÃO
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13/02/2025 10:52
Juntada de AUTUAÇÃO DE AÇÃO PENAL
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13/02/2025 10:52
RETIFICAÇÃO DE CLASSE PROCESSUAL DE TERMO CIRCUNSTANCIADO PARA AÇÃO PENAL - PROCEDIMENTO SUMARÍSSIMO
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13/02/2025 10:52
Juntada de ACÓRDÃO
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13/02/2025 10:43
TRANSITADO EM JULGADO PARA PARTE
-
13/02/2025 10:43
TRANSITADO EM JULGADO PARA PARTE
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13/02/2025 10:43
TRANSITADO EM JULGADO PARA PARTE
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13/02/2025 10:35
Recebidos os autos
-
13/02/2025 10:35
TRANSITADO EM JULGADO
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13/02/2025 10:35
REMETIDOS OS AUTOS PARA JUIZO DE ORIGEM
-
06/02/2025 00:04
DECORRIDO PRAZO DE CEZAR CONCEICAO DA SILVA
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06/01/2025 00:01
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
26/12/2024 07:57
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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26/12/2024 07:57
Juntada de ACÓRDÃO
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20/12/2024 12:48
CONHECIDO O RECURSO DE PARTE E NÃO-PROVIDO
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06/12/2024 15:17
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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06/12/2024 15:17
Juntada de Certidão
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05/11/2024 12:22
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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05/11/2024 12:22
INCLUÍDO EM PAUTA PARA SESSÃO VIRTUAL DE 16/12/2024 00:00 ATÉ 19/12/2024 18:00
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05/11/2024 12:22
DELIBERAÇÃO EM SESSÃO - ADIADO
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22/10/2024 12:15
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
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22/10/2024 12:15
INCLUÍDO EM PAUTA PARA SESSÃO VIRTUAL DE 25/11/2024 00:00 ATÉ 29/11/2024 18:00
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22/10/2024 12:15
DELIBERAÇÃO EM SESSÃO - ADIADO
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10/10/2024 01:15
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
12/09/2024 09:44
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
12/09/2024 09:44
INCLUÍDO EM PAUTA PARA SESSÃO VIRTUAL DE 29/10/2024 00:00 ATÉ 31/10/2024 18:00
-
11/09/2024 23:39
Recebidos os autos
-
11/09/2024 23:39
Juntada de MANIFESTAÇÃO
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04/09/2024 00:03
DECORRIDO PRAZO DE CEZAR CONCEICAO DA SILVA
-
01/09/2024 09:42
LEITURA DE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO REALIZADA
-
30/08/2024 00:03
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
21/08/2024 07:48
REMETIDOS OS AUTOS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
-
20/08/2024 18:20
Proferido despacho de mero expediente
-
19/08/2024 11:32
Conclusos para despacho INICIAL DE RELATOR
-
19/08/2024 11:32
Distribuído por sorteio
-
19/08/2024 11:32
DISTRIBUÍDO PARA COMPETÊNCIA EXCLUSIVA
-
19/08/2024 11:31
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
19/08/2024 11:31
Juntada de Certidão
-
19/08/2024 11:29
Recebidos os autos
-
19/08/2024 10:40
REMETIDOS OS AUTOS PARA TURMA RECURSAL DE BOA VISTA
-
19/08/2024 10:40
REMETIDOS OS AUTOS PARA ÁREA RECURSAL
-
19/08/2024 10:08
Recebidos os autos
-
19/08/2024 10:08
Juntada de CONTRA-RAZÕES
-
16/08/2024 12:10
HABILITAÇÃO DE PARTE EM PROCESSO
-
24/07/2024 00:00
LEITURA DE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO REALIZADA
-
13/07/2024 20:47
REMETIDOS OS AUTOS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
-
12/07/2024 14:07
DETERMINAÇÃO DE DILIGÊNCIAS
-
11/07/2024 11:41
Conclusos para decisão
-
11/07/2024 11:41
Juntada de Certidão
-
10/07/2024 23:41
Juntada de PETIÇÃO DE CUMPRIMENTO DE INTIMAÇÃO
-
02/07/2024 00:01
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
21/06/2024 09:24
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
21/06/2024 09:23
LEITURA DE MANDADO REALIZADA
-
20/06/2024 16:42
RETORNO DE MANDADO
-
04/06/2024 14:55
REGISTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE MANDADO
-
04/06/2024 08:32
Expedição de Mandado
-
03/06/2024 21:49
DETERMINAÇÃO DE DILIGÊNCIAS
-
03/06/2024 10:45
Conclusos para decisão
-
29/05/2024 21:56
Juntada de PETIÇÃO DE CUMPRIMENTO DE INTIMAÇÃO
-
18/05/2024 00:01
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
13/05/2024 10:36
Recebidos os autos
-
13/05/2024 10:36
Juntada de CIÊNCIA
-
13/05/2024 10:36
LEITURA DE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO REALIZADA
-
07/05/2024 08:08
REMETIDOS OS AUTOS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
-
07/05/2024 08:08
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
06/05/2024 18:17
JULGADA PROCEDENTE A AÇÃO
-
30/04/2024 09:59
Conclusos para decisão
-
29/04/2024 23:19
Juntada de PETIÇÃO DE CUMPRIMENTO DE INTIMAÇÃO
-
22/04/2024 00:01
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
10/04/2024 09:34
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
10/04/2024 07:40
Proferido despacho de mero expediente
-
09/04/2024 08:26
CONCLUSOS PARA SENTENÇA
-
09/04/2024 08:24
Juntada de Certidão
-
09/04/2024 07:39
Proferido despacho de mero expediente
-
08/04/2024 11:55
Recebidos os autos
-
08/04/2024 11:55
Juntada de ALEGAÇÕES FINAIS
-
04/04/2024 11:44
Conclusos para decisão
-
04/04/2024 07:09
Juntada de PETIÇÃO DE ALEGAÇÕES FINAIS
-
30/03/2024 00:04
LEITURA DE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO REALIZADA
-
21/03/2024 16:48
Juntada de PETIÇÃO DE REQUERIMENTO DE HABILITAÇÃO
-
19/03/2024 08:12
REMETIDOS OS AUTOS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
-
18/03/2024 22:06
AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO REALIZADA
-
15/03/2024 08:01
Juntada de COMPROVANTE
-
14/03/2024 18:34
RETORNO DE MANDADO
-
11/03/2024 16:31
Juntada de Petição de manifestação DA PARTE
-
08/03/2024 08:12
Recebidos os autos
-
08/03/2024 08:12
Juntada de CIÊNCIA
-
08/03/2024 08:11
LEITURA DE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO REALIZADA
-
07/03/2024 17:35
RENÚNCIA DE PRAZO DE CEZAR CONCEICAO DA SILVA
-
06/03/2024 21:56
LEITURA DE MANDADO REALIZADA
-
06/03/2024 16:54
RETORNO DE MANDADO
-
06/03/2024 15:35
LEITURA DE INTIMAÇÃO REALIZADA
-
06/03/2024 14:48
REGISTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE MANDADO
-
06/03/2024 14:46
REGISTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE MANDADO
-
06/03/2024 10:33
Expedição de Mandado
-
06/03/2024 10:31
Expedição de Mandado
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06/03/2024 10:28
REMETIDOS OS AUTOS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
-
06/03/2024 10:27
EXPEDIÇÃO DE INTIMAÇÃO
-
06/03/2024 10:26
EXPEDIÇÃO DE LINK DE AUDIÊNCIA
-
20/02/2024 15:14
AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO DESIGNADA
-
16/02/2024 08:12
CONCEDIDO O PEDIDO
-
14/02/2024 11:58
Conclusos para decisão
-
14/02/2024 09:02
Recebidos os autos
-
14/02/2024 09:02
Juntada de DENÚNCIA
-
11/02/2024 09:09
LEITURA DE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO REALIZADA
-
31/01/2024 10:15
REMETIDOS OS AUTOS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
-
31/01/2024 10:14
Juntada de Certidão DE ANTECEDENTES CRIMINAIS
-
31/01/2024 08:23
Distribuído por sorteio
-
31/01/2024 08:23
REDISTRIBUÍDO POR PREVENÇÃO EM RAZÃO DE INCOMPETÊNCIA
-
30/01/2024 14:10
REMETIDOS OS AUTOS PARA DISTRIBUIDOR
-
30/01/2024 14:09
CANCELAMENTO DE CONCLUSÃO PARA DECISÃO INICIAL
-
30/01/2024 14:08
Distribuído por sorteio
-
30/01/2024 14:08
REMETIDOS OS AUTOS PARA DISTRIBUIDOR
-
30/01/2024 14:08
Distribuído por sorteio
-
30/01/2024 14:08
Juntada de PETIÇÃO DE INICIAL
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
31/01/2024
Ultima Atualização
14/03/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
Acórdão • Arquivo
Acórdão • Arquivo
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