TJPI - 0800079-43.2025.8.18.0114
1ª instância - Vara Unica de Santa Filomena
Polo Passivo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Assistente Desinteressado Amicus Curiae
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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30/07/2025 10:43
Publicado Despacho em 29/07/2025.
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30/07/2025 10:43
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 30/07/2025
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28/07/2025 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PIAUÍ Vara Única da Comarca de Santa Filomena Praça Barão de Paraim, 43, Centro, SANTA FILOMENA - PI - CEP: 64945-000 PROCESSO Nº: 0800079-43.2025.8.18.0114 CLASSE: MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL (120) ASSUNTO: [Abono de Permanência] IMPETRANTE: BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMAIMPETRADO: MUNICIPIO DE SANTA FILOMENA DESPACHO INTIME-SE o recorrido para apresentar contrarrazões no prazo legal (CPC, art. 1.010, §1º).
Após, remetam-se os autos ao Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, com as devidas homenagens.
Cumpra-se.
SANTA FILOMENA-PI, 25 de julho de 2025.
Juiz(a) de Direito do(a) Vara Única da Comarca de Santa Filomena -
26/07/2025 10:51
Expedição de Outros documentos.
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26/07/2025 10:51
Proferido despacho de mero expediente
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25/07/2025 12:18
Conclusos para despacho
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25/07/2025 12:18
Expedição de Certidão.
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24/07/2025 17:58
Juntada de Petição de petição
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14/07/2025 06:20
Publicado Sentença em 14/07/2025.
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12/07/2025 00:16
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 12/07/2025
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11/07/2025 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PIAUÍ Vara Única da Comarca de Santa Filomena DA COMARCA DE SANTA FILOMENA Praça Barão de Paraim, 43, Centro, SANTA FILOMENA - PI - CEP: 64945-000 PROCESSO Nº: 0800079-43.2025.8.18.0114 CLASSE: MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL (120) ASSUNTO(S): [Abono de Permanência] IMPETRANTE: BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMA IMPETRADO: MUNICIPIO DE SANTA FILOMENA SENTENÇA RELATÓRIO Trata-se de Mandado de Segurança com pedido de liminar impetrado por BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMA contra o MUNICÍPIO DE SANTA FILOMENA-PI, todos devidamente qualificados na inicial, por meio da qual a autora persegue tutela jurisdicional que lhe assegure o direito de nomeação e posse para provimento no cargo de Professor (a) de Polivalência – zona urbana, regido pelo Edital nº 01/2023.
Na peça vestibular, a requerente alega que se submeteu ao aludido certame, em que se classificou em 23º lugar para o cargo de Professor (a) de Polivalência – zona urbana, tendo o Município convocado/nomeado até o 21º (vigésimo primeiro), em concurso com cadastro de reserva.
Aduz, ainda, que foi preterida no suso concurso público, vez que o Município réu mantém prestadores de serviços temporários nas vagas que deveriam ser ocupadas pelos aprovados/classificados naquela seleção.
A impetrante requereu, liminarmente, a promoção de sua posse no cargo almejado, para o qual foi aprovada, e que atualmente é exercido por funcionários não concursados, bem como a concessão dos benefícios da justiça gratuita e, ao final, a concessão da segurança em definitivo para determinar-se sua nomeação e posse no cargo em comento.
Com a inicial, foram juntados os seguintes documentos: Documento de identificação (ID 72056467), Procuração (ID 72056470), comprovante de residência (ID 72056472), Declaração de hipossuficiência (ID 72056471), Edital do concurso (ID 72056479), Resultado do concurso (ID 72056484) e Edital de convocação e posse nº 01/2024, nº 06/2024 e nº 07/2024 (ID 72056485, ID 72056486 e ID 72056488).
Regularmente intimada (ID 73741830), a autoridade coatora prestou informações, alegando, em resumo, que há ausência de prova pré-constituída, não admitindo dilação probatória, a inexistência de direito subjetivo à nomeação, haja vista a impetrante classificada em concurso público possuir apenas expectativa de direito em ser nomeada, bem como a necessidade de existência de vagas para a nomeação de candidatos, vez que a autora em nenhum momento provou que existe vaga de Professor (a) de Polivalência – zona urbana no município, tendo sido aprovada em um concurso que era apenas cadastro de reserva (ID 73409799).
Acostou aos autos cópia do Decreto nº 01/2025, que dispõe sobre o desligamento coletivo dos cargos demissíveis ad nutum e extinção dos contratos a termo (ID 73409802) e Edital de convocação e posse nº 09/2025 (ID 73409803).
Manifestação da autora em petição de ID 73487442 aduzindo que existem muitos professores efetivos com carga horária de 40 (quarenta) horas semanais, mesmo tendo se inscrito para o concurso com carga horária de 20 (vinte) horas semanais bem como pleiteando pela reconsideração da decisão que indeferiu a liminar.
Instruiu a petição com os seguintes documentos: edital de convocação e posse nº 01/2024, nº 06/2024, nº 07/2025 e nº 09/2025 (ID 73487894, ID 73487895, ID 73487896 e ID 73487897) e Resultado do concurso (ID 73487898).
Manifestação do Ministério Público pela não intervenção no feito (ID 76088143). É o relatório.
Passo a decidir.
DA PRELIMINAR A demanda tem por objeto mediato a concessão de ordem que assegure a autora o direito de nomeação e posse para provimento no cargo de Professor (a) de Polivalência – zona urbana regido pelo Edital nº 01/2023.
Inicialmente, aduziu a impetrada que há ausência de prova pré-constituída, sob a alegação de que a documentação é insuficiente para instruir o pedido, inviabilizando o regular processamento e julgamento da ação mandamental.
Conforme cediço, a via estreita do mandado de segurança exige a prova documental pré-constituída para a configuração do direito líquido e certo amparável por esta ação constitucional.
Neste sentido, revela-se que a documentação juntada com a inicial do writ deve ser exaustiva de modo a demonstrar cabalmente a ilegalidade e o abuso cometido por autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público.
Compulsando os autos, verifico que a impetrante juntou acervo probatório pré-constituído que embasa as postulações de liquidez e certeza do direito postulado, razão pela qual afasto a preliminar ora invocada.
Assim, entendendo superadas as preliminares, passo à análise do mérito.
DO MÉRITO Tradicionalmente, a jurisprudência firmou o entendimento de que o candidato aprovado dentro do número de vagas do certame tinha mera expectativa de direito, sendo a nomeação um ato administrativo discricionário.
Todavia, o E.
Superior Tribunal de Justiça modificou sua orientação, para considerar que o candidato aprovado dentro do número de vagas tem direito subjetivo à nomeação.
Cumpre ressaltar que tal modificação de pensamento ocorreu em virtude de uma interpretação constitucionalmente adequada, em apreço aos princípios da segurança jurídica, da eficiência e da boa-fé objetiva.
Segundo tais princípios, o Estado tem o dever de cumprir suas promessas, para não quebrar a legítima expectativa que os cidadãos lhe depositaram.
Com efeito, a Administração possui discricionariedade quanto à análise de conveniência e oportunidade, bem como da necessidade de se realizar concurso público para preenchimento de cargos, e, da mesma forma, socorre-se da discricionariedade na determinação do número de vagas que irá disponibilizar para serem preenchidas através de concurso público.
Nessa esteira, o ensinamento de Maria Sylvia Zanella Di Pietro: Se o Poder Público realiza o concurso, que é um procedimento oneroso, é porque necessita de pessoal para preenchimento dos cargos vagos.
Não tem sentido e contraria o princípio da razoabilidade o Poder público deixar de nomear os candidatos aprovados em consonância com o edital. [Di Pietro, Maria Sylvia Zanella, Direito Administrativo, 22ª edição, 2009, São Paulo, Ed.
Atlas, p.527].
O dever de boa-fé que a Administração se subordina exige o respeito incondicional às regras do edital.
Tal fato decorre do necessário e absoluto respeito à segurança jurídica, que é pedra angular do Estado de Direito, sob a forma da proteção da confiança.
Assim, quando a Administração torna público um edital de concurso convocando todos os cidadãos a participarem da seleção para o preenchimento de determinadas vagas no serviço público, ela, impreterivelmente, gera uma expectativa quanto ao seu comportamento segundo as regras previstas nesse edital.
Aqueles cidadãos que decidem inscrever-se e participar do certame público depositam sua confiança no Estado-Administrador, que deve atuar de forma responsável quanto às normas do edital e observar o citado princípio da segurança jurídica como guia de comportamento.
Desta forma, o comportamento da Administração no decorrer do concurso público deve ser pautar pela boa-fé, tanto no sentido objetivo quanto no aspecto subjetivo, de respeito à confiança nela depositada por todos os cidadãos.
No que tange ao prazo da Administração para realizar a nomeação dos candidatos aprovados dentro do número de vagas ofertadas no edital convocatório, é incontroverso que ele expira com o decurso do lapso de eficácia jurídica do certame, período em que a Administração Pública possui o poder-dever de convocar os candidatos aprovados, observada a ordem classificatória.
Diante da promessa de ingresso no serviço público e da existência de cargos vagos, o candidato luta por uma aprovação que lhe permita nomeação ou admissão, ou seja, dentro do número de vagas.
Não pode a Administração frustrar essa legítima expectativa, mormente quando concede carga horária adicional para os professores, caso dos autos.
A Constituição Federal, em seu artigo 37, inciso II, consagra o concurso público como regra geral para investidura em cargo ou emprego público, ressalvando as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração.
Sabe-se, outrossim, que o inciso IX do mesmo dispositivo constitucional prevê a contratação por tempo determinado para atender necessidade temporária de excepcional interesse público, ou seja, admite em determinadas situações, previstas em lei, a contratação de pessoal sem concurso público.
In casu, a autora se submeteu ao mencionado concurso público municipal e foi classificada, ou seja, ficou fora dos números de vagas, conforme relatado acima, possuindo tão somente expectativa de direito à nomeação e posse.
Ocorre que, conforme prova a requerente, de acordo com os documentos acostados aos autos, o Município réu mantém, há bastante tempo, em seu quadro de servidores, vários prestadores de serviços, contratados temporariamente, operando-se, inclusive, incontáveis renovações contratuais, perpetuando-os nos cargos públicos sem a devida aprovação em certame, afrontando o instituto do concurso público e, consequentemente, o princípio da legalidade.
Além disso, o requerido tem se valido da prática de concessão de carga horária adicional aos professores efetivos.
A prática consiste basicamente em conceder mais 20 (vinte) horas semanais para o professor concursado para o cargo de apenas 20 (vinte) horas semanais.
Com isso, denota-se que, se é conferido para esses profissionais carga adicional, existem cargos vagos a serem preenchidos pelos demais classificados do concurso regido pelo Edital 01/2023.
Dessa forma, a expectativa de direito em ser nomeada e empossada no respectivo cargo disputado, que possuía a autora, se convolou em direito subjetivo, pois resta robustamente provada nos autos a necessidade permanente de preenchimento das referidas vagas, ante a concessão de carga horária a mais para os profissionais concursados.
Destarte, nos autos, não há outra alternativa à Administração Municipal senão nomear e empossar a autora.
DISPOSITIVO Isto posto, CONCEDO A SEGURANÇA pleiteada para determinar, em definitivo, que a autoridade coatora proceda à nomeação, posse e exercício da impetrante BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMA para o cargo de Professor (a) de Polivalência – zona urbana, regido pelo Edital nº 01/2023, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de multa diária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), sem prejuízo da responsabilização civil e criminal do responsável pela postergação.
Condeno a parte impetrada ao pagamento das despesas processuais.
Sem honorários, a teor do disposto no art. 25 da Lei nº 12.016/2009.
Sentença sujeita ao duplo grau de jurisdição, a teor do disposto no parágrafo único do art. 14, § 1º, da Lei n.º 12.016/2009.
Cumpra a secretaria o contido no art. 13, da Lei nº 12.016/2009.
Após os prazos legais de recurso e demais formalidades, arquive-se, com as devidas baixas e cautelas de praxe.
Publique-se.
Registre-se.
Intimem-se.
Se for o caso, utilize-se a presente decisão/despacho como mandado/ofício, ou qualquer outro documento necessário ao seu cumprimento, ficando as partes citadas/intimadas/cientes, pelo só recebimento desta, dispensada a elaboração de qualquer outro expediente.
SANTA FILOMENA-PI, 7 de julho de 2025.
Juiz(a) de Direito da Vara Única da Comarca de Santa Filomena -
10/07/2025 11:15
Expedição de Outros documentos.
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10/07/2025 11:15
Expedição de Outros documentos.
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10/07/2025 11:14
Concedida a Segurança a BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMA - CPF: *47.***.*39-05 (IMPETRANTE)
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02/07/2025 13:20
Conclusos para decisão
-
02/07/2025 13:20
Expedição de Certidão.
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21/05/2025 13:53
Juntada de Petição de manifestação
-
16/04/2025 15:14
Expedição de Outros documentos.
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15/04/2025 02:07
Decorrido prazo de MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL em 14/04/2025 23:59.
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09/04/2025 00:59
Decorrido prazo de BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMA em 08/04/2025 23:59.
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08/04/2025 06:13
Mandado devolvido entregue ao destinatário
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08/04/2025 06:13
Juntada de Petição de diligência
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02/04/2025 17:32
Juntada de Petição de manifestação
-
01/04/2025 19:27
Juntada de Petição de manifestação
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18/03/2025 00:03
Publicado Decisão em 18/03/2025.
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18/03/2025 00:03
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 18/03/2025
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17/03/2025 12:34
Recebido o Mandado para Cumprimento
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17/03/2025 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PIAUÍ Vara Única da Comarca de Santa Filomena Praça Barão de Paraim, 43, Centro, SANTA FILOMENA - PI - CEP: 64945-000 PROCESSO Nº: 0800079-43.2025.8.18.0114 CLASSE: MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL (120) ASSUNTO(S): [Abono de Permanência] IMPETRANTE: BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMA Nome: BIANCA PARAGUAI BARREIRA LIMA Endereço: Avenida Capitão Daniel Brito, 0, Rua Paraíba, proximo a Marilene, depois do sind, SÃO JOSÉ, ALTO PARNAÍBA - MA - CEP: 65810-000 REPRESENTANTE: LIGIA RODRIGUES BRITO DRUMM - OAB MA19269, ANA PAULA BARREIRA REIS - OAB MA28838 IMPETRADO: MUNICIPIO DE SANTA FILOMENA Nome: MUNICIPIO DE SANTA FILOMENA Endereço: Av.
Barão de Santa Filomena, n 130, Centro, SANTA FILOMENA - PI - CEP: 64945-000 O Dr.
Manfredo Braga Filho, MM.
Juiz de Direito da Vara Única da Comarca de Santa Filomena da Comarca de SANTA FILOMENA, MANDA o Oficial de Justiça designado que, em cumprimento ao presente Despacho-mandado, proceda a CITAÇÃO/INTIMAÇÃO decisão abaixo DESPACHO Trata-se de Mandado de Segurança Individual com Pedido de Tutela de Urgência impetrado por Bianca Paraguai Barreira Lima, em face de ato supostamente ilegal praticado pelo Prefeito do Município de Santa Filomena-PI.
Segundo se extrai da inicial, a impetrante foi aprovada em concurso público, classificada fora do número de vagas prevista em edital, para o cargo de Professor(a) Polivalência - Zona Urbana, obtendo a 23ª colocação.
Ressalta que no dia 14 de janeiro de 2025 houve a convocação da 15º classificada, contudo, alega que a prefeitura mantém a contração de servidores não efetivos ocupando o cargo, o que estaria violando o seu direito líquido e certo à nomeação.
Diante disso, requer a concessão de medida liminar para que o impetrado proceda a sua imediata convocação e nomeação.
Juntou documentos. É o relatório.
Decido.
Reservo-me o direito para apreciar a liminar pleiteada após as manifestações da autoridade indigitada coatora acerca do pedido liminar.
NOTIFIQUE-SE a autoridade apontada como coatora para, no prazo de 10 (dez) dias, apresentar as informações que entender necessárias, entregando-lhe a contrafé da peça inaugural apresentada pela parte requerente com as cópias dos documentos, nos termos do art. 7°, I, da Lei n° 12.016/2009.
Cientifique-se o órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada, enviando-lhe cópia da inicial sem documentos, para que, querendo, ingresse no feito no prazo legal.
Nos termos do art. 139, do Código de Processo Civil: Art. 139.
O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe: [...] X - quando se deparar com diversas demandas individuais repetitivas, oficiar o Ministério Público, a Defensoria Pública e, na medida do possível, outros legitimados a que se referem o art. 5º da Lei nº 7.347, de 24 de julho de 1985 , e o art. 82 da Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 , para, se for o caso, promover a propositura da ação coletiva respectiva.
Dessa forma, considerando o ajuizamento de outras ações da natureza nesta Comarca, OFICIE-SE o Ministério Público para se manifeste a respeito da possibilidade de ajuizamento de Ação Civil Pública.
INTIME-SE a impetrante para que, no prazo de 15 (quinze) dias, emende a inicial, juntando aos autos a comprovação da notificação dos candidatos classificados em posição anterior à da impetrante (16ª a 22ª classificado(a)), nos termos do art. 3º, da Lei nº 12.016/009.
Cumpra-se, com urgência.
DECISÃO-MANDADO DETERMINO QUE O PRESENTE DOCUMENTO SIRVA, AO MESMO TEMPO, COMO DESPACHO E COMO MANDADO.
Por este documento, fica o Oficial de Justiça que o portar autorizado a requisitar força policial para o cumprimento da diligência nele determinada.
CUMPRA-SE, NA FORMA E SOB AS PENAS DA LEI.
Poderá o Oficial de Justiça, para o cumprimento da diligência do mandado, proceder conforme o disposto no § 2º do art. 212 do CPC.
Conforme Provimento Conjunto Nº 29/2020 - PJPI/TJPI/SECPRE as cópias de todos os documentos de atos processuais até a presente data praticados podem ser visualizadas, utilizando as chaves de acesso abaixo, acessando o sítio https://pje.tjpi.jus.br/1g/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam : Documentos associados ao processo Título Tipo Chave de acesso** Petição Inicial Petição Inicial 25031016383353900000067318218 02.
Doc.
Identidade Documentos 25031016383416600000067318219 03.
Procuração Assinada Procuração 25031016383492200000067318222 04.
Declaração de Hipossuficiência Documentos 25031016383552500000067318223 05.
Comprovante de Residência Documentos 25031016383614400000067318224 06.
Certidão de Casamento Documentos 25031016383678400000067318229 07.
Edital do Concurso Documentos 25031016383756100000067318231 08.
Resultado Final - Professor Polivalência DOCUMENTO COMPROBATÓRIO 25031016383843600000067318686 09.
Edital Convocação 01 DOCUMENTO COMPROBATÓRIO 25031016383908100000067318687 10.
Edital Convocação 02 DOCUMENTO COMPROBATÓRIO 25031016384011800000067318688 11.
Edital Convocação 03 DOCUMENTO COMPROBATÓRIO 25031016384078200000067318690 SANTA FILOMENA-PI, 11 de março de 2025.
MANFREDO BRAGA FILHO Juiz de Direito da Vara Única da Comarca de Santa Filomena -
14/03/2025 12:09
Expedição de Mandado.
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14/03/2025 11:58
Expedição de Outros documentos.
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14/03/2025 11:58
Expedição de Outros documentos.
-
14/03/2025 11:58
Outras Decisões
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10/03/2025 16:39
Conclusos para decisão
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10/03/2025 16:39
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
10/03/2025
Ultima Atualização
28/07/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
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