TJPI - 0801230-39.2020.8.18.0140
2ª instância - Câmara / Desembargador(a) Gabinete do Des. Dioclecio Sousa da Silva
Processos Relacionados - Outras Instâncias
Polo Ativo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Polo Passivo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
-
22/07/2025 08:56
Juntada de manifestação
-
18/07/2025 00:02
Publicado Intimação em 18/07/2025.
-
18/07/2025 00:02
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 18/07/2025
-
17/07/2025 00:00
Intimação
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ ÓRGÃO JULGADOR : 1ª Câmara Especializada Cível APELAÇÃO CÍVEL (198) No 0801230-39.2020.8.18.0140 APELANTE: CONCEICAO DE MARIA SOUSA LEAL Advogado(s) do reclamante: GLEICIANNE GOMES DA SILVA, JOANNY PATRICIA GOMES CARDOSO, FABIANA RUFINO DE SOUSA, GILSON CARDOSO MENDES APELADO: BANCO DO BRASIL SA Advogado(s) do reclamado: KARINA DE ALMEIDA BATISTUCI RELATOR(A): Desembargador DIOCLÉCIO SOUSA DA SILVA EMENTA APELAÇÃO CÍVEL.
AÇÃO REVISIONAL DE VALORES CREDITADOS NA VONTA PASEP C/C PEDIDO DE REPARAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS.
MATÉRIATRATADA SIZ RESPEITO AO TEMA 1.300.
PROCESSO SUSPENSO.
ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os presentes autos em que são partes as acima indicadas, Acordam os componentes do(a) 1ª Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, por maioria, considerando que a matéria tratada no presente feito diz respeito ao Tema 1.300, votam pela suspensão do processo.
Vencidos os Exmos.
Srs.
Des.
Dioclécio Sousa da Silva - Relator e Des.
Olímpio José Passos Galvão.
Designado para lavrar o acordão o Exmo.
Sr.
Des.
Hilo de Almeida Sousa - 1º Voto Vencedor.
RELATÓRIO Trata-se, in casu, de Apelação Cível, interposta por CONCEIÇÃO DE MARIA SOUSA LEAL, contra sentença prolatada pelo Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Teresina/PI, nos autos da Ação Revisional de Valores Creditados na Conta Pasep c/c Pedido de Reparação por Danos Materiais e Morais por saques indevidos, ajuizada pelo Apelante em face do BANCO DO BRASIL S/A/Apelado.
Na sentença recorrida (id. 2874235), o Magistrado a quo reconheceu a prescrição da pretensão, considerando o decurso de prazo superior à 10 (dez) anos, para o exercício da pretensão, uma vez que considerou a data do saque como termo inicial (14/03/2007).
Nas suas razões recursais (id. 17552145), a Apelante requer a reforma da sentença recorrida, sob o fundamento de que não restou fulminada pela prescrição, tendo em vista que tomou ciência inequívoca em outubro/2019 e ajuizou a Ação em janeiro/2020, devendo ser aplicado o prazo prescricional de 10 (dez) anos.
Intimado, o Banco/Apelado apresentou contrarrazões, pugnando pelo desprovimento do recurso.
Juízo de admissibilidade positivo realizado em id. 19051825.
Instado, o Ministério Público Superior que deixou de emitir parecer por não evidenciar interesse público que justifique a sua intervenção (id. 19462318). É o relatório.
VOTO VENCIDO I – DO JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE Juízo de admissibilidade positivo da Apelação Cível realizado na decisão de id 19051825, por atender aos seus requisitos legais de admissibilidade.
II – DO MÉRITO No caso dos autos, o Magistrado a quo reconheceu a ocorrência da prescrição decenal, uma vez que considerou a data do saque como termo inicial (14/03/2007).
Cumpre evidenciar que acerca da matéria discutida nos autos, o STJ firmou o Tema nº 1.150, fixando as seguintes teses, in litteris: “Tema nº 1.150/STJ: I) o Banco do Brasil possui legitimidade passiva ad causam para figurar no polo passivo de demanda na qual se discute eventual falha na prestação do serviço quanto a conta vinculada ao Pasep, saques indevidos e desfalques, além da ausência de aplicação dos rendimentos estabelecidas pelo Conselho Diretor do referido programa; II) a pretensão ao ressarcimento dos danos havidos em razão dos desfalques em conta individual vinculada ao Pasep se submete ao prazo prescricional decenal previsto pelo artigo 205 do Código Civil; e III) o termo inicial para a contagem do prazo prescricional é o dia em que o titular, comprovadamente, toma ciência dos desfalques realizados na conta individual vinculada ao Pasep.” Logo, deve-se adotar o prazo prescricional de 10 (dez) anos, previsto no art. 205 do CC, nessas Ações ajuizadas contra Instituição Financeira em razão da má gestão ou descontos indevidos nas contas do programa PASEP.
Nesse contexto, o dies a quo para a contagem do prazo prescricional deve ser estabelecido com base na aplicação do princípio da actio nata, que orienta a interpretação do art. 189 do CC, de modo que o prazo prescricional do direito de reclamar se inicia somente quando o titular do direito subjetivo violado passar a conhecer o fato e a extensão de suas consequências.
Desse modo, como assentado pelo STJ no bojo do Tema supracitado, firmou a incidência do art. 205, do Código Civil, o qual estabelece que a prescrição ocorre em dez anos, iniciando-se a contagem a partir do conhecimento do dano (teoria actio nata), e no caso em análise, o Apelante tomou ciência do dano em sua conta PASEP em outubro/2019, conforme documentação acostada em id. 17551697, não havendo comprovação de ciência anterior, e, portanto, não havendo que se falar em ocorrência de prescrição.
Em consonância com os fundamentos supra, é o entendimento jurisprudencial pátrio, inclusive deste TJ/PI, in litteris: “EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS - CONTA INDIVIDUAL VINCULADA AO PASEP - PRETENSÃO AO RESSARCIMENTO DOS DANOS HAVIDOS EM RAZÃO DE DESFALQUES - PRESCRIÇÃO - PRAZO DECENAL - TERMO INICIAL - CIÊNCIA DOS PREJUÍZOS - TEMA 1150 DO STJ.
A teor do entendimento do colendo STJ, consolidado em recurso repetitivo (Tema 1150), o prazo prescricional para a ação objetivando a cobrança de diferença no saldo da conta individual vinculada ao PASEP é de 10 anos, contados do "dia em que o titular, comprovadamente, toma ciência dos desfalques realizados na conta". (TJ-MG - Agravo de Instrumento: 1022649-65.2024.8.13.0000, Relator: Des.(a) Jaqueline Calábria Albuquerque, Data de Julgamento: 12/03/2024, 10ª CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 18/03/2024)” – grifos nossos “PRESCRIÇÃO.
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS DECORRENTES DE SAQUES INDEVIDOS EM CONTA VINCULADA AO PASEP.
TERMO INICIAL.
CONHECIMENTO DO DANO.
TEORIA ACTIO NATA.
CIÊNCIA DA AUTORA EM 21/11/2019.
PRESCRIÇÃO QUINQUENAL AFASTADA.
DECISÃO EM CONSONÂNCIA COM O TEMA 1150 DO STJ.
RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO.
I.
A discussão centra-se no termo inicial do prazo prescricional para ajuizamento da ação de indenização por danos decorrentes de saques indevidos em conta vinculada ao PASEP.
II.
Conforme entendimento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça no Tema 1150, o prazo prescricional é de dez anos, iniciando-se a contagem a partir do conhecimento do dano.
III.
No caso em análise, a autora tomou ciência dos desfalques em sua conta PASEP em 21/11/2019, conforme documentação acostada ao processo de origem, não havendo comprovação de ciência anterior.
IV.
O acesso da autora aos extratos bancários em 21/11/2019, conforme entendimento pacificado, configura o termo inicial da contagem do prazo prescricional, afastando, assim, a prescrição quinquenal.
VI.
Recurso conhecido e improvido. (TJPI | Apelação Cível Nº 0800585-67.2019.8.18.0069 | Relator: Ricardo Gentil Eulálio Dantas | 3ª CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL | Data de Julgamento: 01/04/2024 )” - grifos nossos “PROCESSO CIVIL.
APELAÇÃO CÍVEL.
PASEP.
PRESCRIÇÃO DECENAL.
TEMA 1150 DO STJ. 1.
A pretensão ao ressarcimento dos danos havidos em razão dos desfalques em conta individual vinculada ao Pasep se submete ao prazo prescricional decenal previsto pelo artigo 205 do Código Civil. 2.
O termo inicial para a contagem do prazo prescricional é o dia em que o titular, comprovadamente, toma ciência dos desfalques realizados na conta individual vinculada ao Pasep. 3.
Apelação conhecida e provida. (TJPI | Apelação Cível Nº 0820688-76.2019.8.18.0140 | Relator: Fernando Carvalho Mendes | 1ª CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL | Data de Julgamento: 01/04/2024 )” - grifos nossos.
Por conseguinte, em relação à aplicação do Código do Consumidor, há de se observar que o Apelado se constitui na hipótese apenas como mero depositário dos valores vertidos pelo empregador aos participantes do PASEP, inclusive por força de expressa determinação da Lei Complementar nº 8/1970, atuando como gestor das constas individuais vinculadas.
Com isso, verifica-se que não se trata de um serviço bancário oferecido pelo Apelado, por sua vez, não está à disposição do mercado de consumo, não se enquadrando neste caso nas disposições dos arts. 2º e 3º, do CDC, senão vejamos: “Art. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.
Parágrafo único.
Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
Art. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. § 1° Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial. § 2° Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.” A corroborar tal entendimento, cite-se os seguintes precedentes jurisprudenciais sobre a inaplicabilidade do CDC, in verbis: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL.
AGRAVO DE INSTRUMENTO COM PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO.
AÇÃO DE REPARAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS.
PASEP.
SAQUES INDEVIDOS.
LEGITIMIDADE PASSIVA.
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA RESPONSÁVEL PELA GESTÃO.
COMPETÊNCIA.
JUSTIÇA ESTADUAL.
PRESCRIÇÃO QUINQUENAL.
TERMO INICIAL.
TEORIA DA ACTIO NATA.
DATA DA CIÊNCIA DO DESFALQUE.
IMPUGNAÇÃO AO VALOR DA CAUSA REJEITADA.
INAPLICABILIDADE DO CDC.
POSSIBILIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DINÂMICA DO ÔNUS DA PROVA.
IMPUGNAÇÃO DA JUSTIÇA GRATUITA.
PLEITO IMPROCEDENTE.
AGRAVO DE INSTRUMENTO CONHECIDO E NEGADO. 1.
O Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas nº 0756585-58.2020.8.18.0000, sob Relatoria do Desembargador Harold Oliveira Rehem, não foi considerado cabível, “seja porque foram definidas teses no âmbito do e.
STJ (Tema 1150) sobre as matérias de direio discutidas nestes autos (art. 976, § 4º, do CPC), seja porque não mais há controvérsia sobre a competência da Justiça Estadual para processar e julgar as demandas vinculadas a este Incidente”. 2.
O Superior Tribunal de Justiça também havia afetado a matéria discutida no citado IRDR, procedendo com o julgamento do REsp nº 1895936/TO, sob a égide dos Recursos Repetitivos, em 13/09/2023, no qual fixou as seguintes teses: i) o Banco do Brasil possui legitimidade passiva ad causam para figurar no polo passivo de demanda na qual se discute eventual falha na prestação do serviço quanto à conta vinculada ao Pasep, saques indevidos e desfalques, além da ausência de aplicação dos rendimentos estabelecidas pelo Conselho Diretor do referido programa; ii) a pretensão ao ressarcimento dos danos havidos em razão dos desfalques em conta individual vinculada ao Pasep se submete ao prazo prescricional decenal previsto pelo art. 205 do Código Civil; e iii) o termo inicial para a contagem do prazo prescricional é o dia em que o titular, comprovadamente, toma ciência dos desfalques realizados na conta individual vinculada ao Pasep. 3.
Quanto ao dies a quo para a contagem do prazo prescricional, a Corte Superior de Justiça entende que, conforme o princípio da actio nata, o prazo do direito de reclamar inicia-se somente quando o titular do direito subjetivo violado passa a conhecer o fato e a extensão de suas consequências. (v.g EREsp 1.106.366/RS, Rel.
Ministro Francisco Falcão, Primeira Seção, DJe de 26/06/2020). 4.
A fluência do prazo prescricional inicia-se tão somente quando a parte autora possui ciência dos depósitos que supostamente foram realizados a menor, ou seja, na data de emissão dos extratos microfilmados. 5.
Prescrição afastada. 6.
Recurso conhecido e negado. (TJPI | Agravo de Instrumento Nº 0700748-18.2020.8.18.0000 | Relator: Agrimar Rodrigues de Araújo | 3ª CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL | Data de Julgamento: 12/04/2024).
Grifos nossos.
AGRAVO DE INSTRUMENTO.
PASEP.
CONHECIMENTO PARCIAL DO RECURSO.
TEMA 1.150.
SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA.
PRESCRIÇÃO AFASTADA.
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR.
INAPLICÁVEL.
MÁ GESTÃO.
ATUALIZAÇÃO IRREGULAR DO SALDO. ÔNUS DA PROVA.
AUTOR.
INVERSÃO DESCABIDA.
DECISÃO PARCIALMENTE REFORMADA. 1.
O Tema Repetitivo 1.150, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça fixou a tese sobre aplicação do prazo decenal na ação de ressarcimento proposta para apurar desfalque em conta individual vinculada ao PASEP. 2.
O Banco do Brasil é mero depositário de valores vertidos pelo empregador aos participantes do PASEP, por força de expressa determinação da Lei Complementar nº 8/1970, motivo pelo qual é inaplicável o Código de Defesa do Consumidor à hipótese.
Assim, o beneficiário do PASEP que alega atualização irregular do saldo da sua conta individual e pretende reparação por dano material deve comprovar que os índices aplicados não seguiram os parâmetros definidos pelo Conselho Diretor do Fundo, nos termos do art. 373, inciso I, do Código de Processo Civil.
Precedentes. 3.
Recurso parcialmente conhecido e parcialmente provido (TJ-DF 0710869-14.2020.8.07.0000 1788818, Relator: EUSTÁQUIO DE CASTRO, Data de Julgamento: 21/11/2023, 8ª Turma Cível, Data de Publicação: 29/11/2023).
Grifos nossos.
Com efeito, no que pese a inaplicabilidade do CDC, o Código de Processo Civil adota um sistema misto quanto à produção probatória, porquanto, a priori, chancela o modelo estático, incumbindo ao demandante trazer fatos constitutivos do seu direito, enquanto compete ao demandado demonstrar a existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo da pretensão autoral.
Nesse contexto, vislumbrando-se o pedido de perícia contábil pelo Banco/Apelado, em sede de contestação e contrarrazões, impõe-se a anulação da sentença recorrida a fim de que seja dado regular prosseguimento ao feito, uma vez que o presente apelo não é dotado de efeito desobstrutivo do julgado, e o processo não está em condições de imediato julgamento, tendo em vista sua extinção prematura.
III – DO DISPOSITIVO Ante o exposto, CONHEÇO da APELAÇÃO CÍVEL, por atender aos requisitos legais de sua admissibilidade, e DOU-LHE PARCIAL PROVIMENTO para ANULAR a SENTENÇA RECORRIDA, DETERMINANDO a REMESSA dos AUTOS à ORIGEM, para regular processamento do feito. É o VOTO.
VOTO VENCEDOR A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) afetou os Recursos Especiais 2.162.222, 2.162.223, 2.162.198 e 2.162.323, de relatoria da ministra Maria Thereza de Assis Moura, para julgamento sob o rito dos repetitivos.
A controvérsia foi cadastrada na base de dados do STJ como Tema 1.300 e está assim descrita: "Saber a qual das partes compete o ônus de provar que os lançamentos a débito nas contas individualizadas do Pasep correspondem a pagamentos ao correntista".
Em consequência, o colegiado determinou a suspensão de todos os processos pendentes, individuais ou coletivos, que versem sobre a mesma matéria e tramitem no território nacional.
Pelo exposto, considerando que a matéria tratada no presente feito diz respeito ao Tema 1.300, voto pela suspensão do processo. É o voto.
DECISÃO Acordam os componentes do(a) 1ª Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, por maioria, considerando que a matéria tratada no presente feito diz respeito ao Tema 1.300, votam pela suspensão do processo.
Vencidos os Exmos.
Srs.
Des.
Dioclécio Sousa da Silva - Relator e Des.
Olímpio José Passos Galvão.
Designado para lavrar o acordão o Exmo.
Sr.
Des.
Hilo de Almeida Sousa - 1º Voto Vencedor.
Participaram do julgamento os(as) Excelentíssimos(as) Senhores(as) Desembargadores(as): ANTONIO LOPES DE OLIVEIRA, DIOCLECIO SOUSA DA SILVA, HILO DE ALMEIDA SOUSA, LIRTON NOGUEIRA SANTOS e OLIMPIO JOSE PASSOS GALVAO.
Acompanhou a sessão, o(a) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Procurador(a) de Justiça, ROSANGELA DE FATIMA LOUREIRO MENDES.
SALA DAS SESSÕES DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ, em Teresina, 14 de julho de 2025.
Teresina, 15/07/2025 -
16/07/2025 07:28
Expedição de Outros documentos.
-
15/07/2025 11:02
Não conhecido o recurso de CONCEICAO DE MARIA SOUSA LEAL - CPF: *97.***.*52-04 (APELANTE)
-
14/07/2025 13:32
Deliberado em Sessão - Julgado - Mérito
-
14/07/2025 13:31
Juntada de Petição de certidão de julgamento colegiado
-
24/06/2025 14:52
Deliberado em Sessão - Adiado
-
18/06/2025 15:08
Juntada de Certidão
-
23/05/2025 10:27
Deliberado em Sessão - Adiado
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23/05/2025 10:24
Juntada de Certidão
-
08/05/2025 15:25
Expedição de Outros documentos.
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08/05/2025 15:25
Expedição de Outros documentos.
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08/05/2025 15:25
Expedição de Intimação de processo pautado.
-
08/05/2025 15:25
Expedição de Certidão de Publicação de Pauta.
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08/05/2025 00:37
Publicado Certidão de Inclusão em Pauta em 08/05/2025.
-
08/05/2025 00:37
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 08/05/2025
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06/05/2025 15:31
Expedição de Outros documentos.
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06/05/2025 12:03
Inclusão do processo para julgamento eletrônico de mérito
-
05/05/2025 20:56
Pedido de inclusão em pauta virtual
-
10/02/2025 10:13
Juntada de Certidão
-
07/02/2025 15:21
Deliberado em Sessão - Retirado
-
24/01/2025 00:27
Publicado Certidão de Inclusão em Pauta em 24/01/2025.
-
24/01/2025 00:27
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 24/01/2025
-
23/01/2025 10:25
Expedição de Outros documentos.
-
23/01/2025 10:25
Expedição de Outros documentos.
-
23/01/2025 10:25
Expedição de Intimação de processo pautado.
-
23/01/2025 10:25
Expedição de Certidão de Publicação de Pauta.
-
23/01/2025 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PIAUÍ TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ 1ª Câmara Especializada Cível PROCESSO: 0801230-39.2020.8.18.0140 CLASSE: APELAÇÃO CÍVEL (198) APELANTE: CONCEICAO DE MARIA SOUSA LEAL Advogados do(a) APELANTE: GILSON CARDOSO MENDES - PI21600-A, FABIANA RUFINO DE SOUSA - PI7227-A, JOANNY PATRICIA GOMES CARDOSO - PI14284-A, GLEICIANNE GOMES DA SILVA - PI16319-A APELADO: BANCO DO BRASIL SA Advogado do(a) APELADO: KARINA DE ALMEIDA BATISTUCI - PI7197-A RELATOR(A): Desembargador DIOCLÉCIO SOUSA DA SILVA DATA E HORÁRIO DE INÍCIO: 31/01/2025 - 12:00 CERTIDÃO DE INCLUSÃO EM PAUTA DE JULGAMENTO De ordem do Presidente do Órgão Colegiado, a Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí torna público a todos os interessados, que o processo em epígrafe foi incluído em pauta de julgamento para apreciação na Sessão do Plenário Virtual - 1ª Câmara Especializada Cível - 31/01/2025 a 07/02/2025.
Demais informações podem ser obtidas nos telefones ou balcão virtual desta unidade, ambos informados no site do Tribunal https://transparencia.tjpi.jus.br/telefones_uteis/.
SECRETARIA JUDICIÁRIA, em Teresina, 22 de janeiro de 2025. -
22/01/2025 13:00
Expedição de Outros documentos.
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22/01/2025 12:52
Inclusão do processo para julgamento eletrônico de mérito
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16/01/2025 13:03
Pedido de inclusão em pauta virtual
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18/09/2024 12:38
Conclusos para o Relator
-
13/09/2024 03:21
Decorrido prazo de CONCEICAO DE MARIA SOUSA LEAL em 12/09/2024 23:59.
-
05/09/2024 03:38
Decorrido prazo de BANCO DO BRASIL SA em 04/09/2024 23:59.
-
26/08/2024 11:10
Juntada de Petição de manifestação
-
12/08/2024 11:34
Expedição de Outros documentos.
-
12/08/2024 11:34
Expedição de Outros documentos.
-
12/08/2024 11:34
Expedição de Outros documentos.
-
09/08/2024 13:15
Recebido o recurso Com efeito suspensivo
-
15/07/2024 09:32
Juntada de Certidão
-
12/06/2024 12:47
Conclusos para o relator
-
12/06/2024 12:47
Redistribuído por prevenção em razão de modificação da competência
-
12/06/2024 12:47
Remetidos os Autos (outros motivos) da Distribuição ao Desembargador DIOCLÉCIO SOUSA DA SILVA
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12/06/2024 10:58
Juntada de Certidão
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03/06/2024 16:44
Determinação de redistribuição por prevenção
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28/05/2024 23:13
Juntada de Certidão de distribuição anterior
-
28/05/2024 09:22
Recebidos os autos
-
28/05/2024 09:22
Conclusos para Conferência Inicial
-
28/05/2024 09:22
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
12/06/2024
Ultima Atualização
22/07/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
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